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Sempre que a vida da pessoa está entrando nos eixos, acontece alguma coisa pra dar uma travada, né?
Pois, assim o é. Comentei há alguns meses, no @betofilgueiras, que havia muito que minha vida não estava tão nos eixos como atualmente; que a felicidade se dava a contento.
É, mas como diriam por ai: “quando a esmola é grande, o santo sabe que é mal-intencionada”.
Ontem à noite meu cachorro, Snoopy – um Husky branco com seus quase 10 anos – faleceu. Dez anos. Morreu novo pra um cão tão bem tratado como ele. Esses 10 anos, contudo, somam quase metade da minha vida inteira. Ainda lembro de quando ganhei ele; ele correndo aguerrido pros meus braços.
Vinte e um de Novembro de dois mil e um. Nascido, registrado e vacinado.
Trinta e um de Maio de dois mil e onze. Padece um companheiro.
Contudo, esse não é um post pra que sintam pena e venham dar mensaegm de força. Tô bem. Triste, mas sei que é assim que as coisas são. Não! Esse é um post de homenagem. Como fiz pra outro falecido cão que tive dos 5 aos 19 anos da minha vida. Aqui, nada mais quero do que me fazer claro quanto à falta que esse animal vai fazer e do quanto todos lá em casa, bem como eu, estamos sentidos.
Vá em paz, Snoopy.
Sem mais.
É aí que vemos o quanto nosso tempo é curto, que devemos dar mais valor aos pequenos e singelos momentos com pessoas que a gente gosta.
Sentimentos ;)